sexta-feira, 18 de junho de 2010

Scriptorium Medieval - exposição no Palácio do Beau Séjour

A visita de estudo foi decidida mesmo em cima da hora. Foi o João Elias que trouxe um prospecto que chamou a atenção do professor Miguel. Foi preciso procurar saber na Direcção da escola se podiamos fazer uma aula no exterior, pedir autorização aos encarregados de educação através da caderneta no dia anterior .Hoje depois das assinaturas verificadas, descermos a rua em frente à escola, cortámos à direita e entrámos num espaço lindíssimo de Lisboa  - o palácio do Beau Séjour. Que bom! E tinha  um jardim...e com lagos para explorar, e que gira a casa...



 A foto de grupo para mais tarde recordar...

 


Preenchimento de um auto-avaliação enquanto esperávamos que as simpatiquíssimas funcionárias deste espaço cultural da Câmara Municipal de Lisboa, nos digam se é possível fazer a visita guiada e respectivo ateliê.







Fomos ver umas rãs ali num sítio que eu cá sei...



Uns joguinhos ao ar livre , com um dia de sol destes até apetece...

Agora vamos aprender ou melhor rever... afinal já tínhamos falado nas aulas de HGP, da escrita medieval, das iluminuras e dos monges copistas; a verdade é que ninguém tinha visto e tocado num pergaminho, nem numa pena para escrever.Este power-point era tão bem feito que ficaram todos muito atentos.
Agora estamos quase a fazer um desenho ...a tensão aumenta.

Que bom! Mãos à obra com os lápis, as folhas e as tintas mesmo à frente de todos ...VIVA!










  



A equipa de animadoras que eram de uma grande simpatia e duas delas até se vestiram de freiras para dar um ar mais real. 




 Uma aula /visita  bem passada.Ainda bem que viemos.
Agora rápido que temos de ir para a aula de Inglês...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ajudar cães

Banda desenhada na aula de Língua Portuguesa



Rodrigo e João Elias


Catarina


Bruna

Miguel e Dinis


Ana nº1 e Ana nº2


Valéria, Iolanda e Andreia

Maria

Guilherme e Yongjiao Xia


André e João Teixeira


Hugo



Marta e Tatiana

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Rapidinha de futebol antes do feriado


Estavam mesmo engraçados a jogar num local proibido...mesmo junto ao PORTÃO da escola ...enfim!!!
este míudos são mesmos distraídos.

Canteiro daTurma

As armas de fogo na história de Portugal séc XV e XVI

terça-feira, 8 de junho de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

O canteiro do 5ºI

No início  eram só os dois arbustos de lavanda e terra cavada .


Agora passados quinze dias de rega diária algumas sementes já ganharam folhas...


olhem as lavandas tão crescidas


Graças a várias ajudas claro .Hoje a Maria, o Dinis e o Guilherme não ficaram na foto. Mas o João, o Miguel e Francisco (grande entusiasta do regador), foram apanhados nesta foto.Quem diria que tínhamos na turma,  uns jardineiros tão bons?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Marco Polo




Marco Polo (nasc.Veneza 15 de setembro de 1254 – morto Veneza, 29 de janeiro de 1324) foi um mercador, embaixador e explorador. Nasceu na República de Veneza no fim da Idade Média. Juntamente com o seu pai, Nicolau Polo (Niccolò), e o seu tio, Matteo, foi um dos primeiros ocidentais a percorrer a Rota da Seda. Partiram no início de 1272 do porto de Laiassus (Layes) na Arménia. O relato detalhado das suas viagens pelo oriente, incluindo a China, foi durante muito tempo uma das poucas fontes de informação sobre a Ásia no ocidente.


Mapa da viagem

Em 1269, Nicolau e Maffeo retornaram a Veneza, encontrando Marco pela primeira vez. Em 1271, Marco Polo (com dezessete anos de idade), seu pai e seu tio partiram para a Ásia numa série de aventuras que mais tarde foram documentados no livro de Marco. Eles voltaram a Veneza em 1295, 24 anos depois, com muitas riquezas e tesouros. Viajaram quase 15 000 milhass (24 140 km).

A rota percorrida foi: através da Arménia até o norte da Turcomânia, e passando por Casaria e Sivas, atingiram Arzingan, onde se avista o monte Ararat. Seguiram o curso do rio Tigre até Bandas, através de Mosul, chegando a Bagdade. Decidiram ir a Ormuz e seguir de barco até a longínqua China, porém ao verificarem as embarcações precárias que seguiam pelo Oceano Índico, decidiram seguir por terra. Rumando a norte chegaram a Khubeis, além o deserto de Lut. Depois Damagham, a antiga Hecantompylos de Alexandre. Sempre rumo leste, atravessando desertos, rumaram para Balkh (antiga Báctria Regia). Por fim partiram para nordeste, através dos passos do Pamir, finalmente chegando à grande cidade de Kashgar.

De lá rumo sudeste para Khotan onde aguardaram outra caravana para atravessar com mais segurança o deserto de Taklamakan. Chegam a Kan-Cheu onde encontram estátuas gigantescas de Buda (Afganistão). Voltaram-se para sudeste, cruzando o Huang Ho para a cidade de Si-ning, de onde encontraram pela frente a grande estrada Tibete-Pequim.




Dirigiram-se à corte do rei mogol Kublai Khan, neto do poderoso Gengis Khan,  ao seu serviço, percorreram a Tartária, a China e a Indochina. O imperador permitiu que os Polos voltassem a Veneza, aproveitando o regresso de uma embaixada de Arghun-Khan, que subira ao trono na Pérsia e solicitava uma princesa da corte chinesa para casar-se. A volta foi via marítima, Kublai-Khan enviou 14 navios e um total de dois mil homens com eles. Como chegaram em Malaca em meados de Maio de 1291, tiveram que esperar ventos favoráveis  que só chegavam em Outubro. Estiveram no Ceilão e de lá bordejando a costa da Índia chegaram a Ormuz (Pérsia) após 18 meses da partida. Após entregarem a princesa, os Polo seguiram por terra até à Arménia, passando por Trebizonda, Constantinopla e Negroponte, de onde embarcaram para Veneza.

Lá chegando em 1295, tiveram, dificuldade em se fazer reconhecer pelos parentes, que, ocupavam a casa, pensando que estavam mortos. Os três viajantes convidaram, então, todos os seus aparentados para um banquete, no qual surgiram vestidos com hábitos de cetim violeta, logo trocados por outros de seda estampada, ainda mais preciosos, antes de retomarem seus hábitos à moda veneziana. Em seguida, Marco Polo trouxe os trapos com que estavam vestidos quando de sua chegada a Veneza; descoseu as costuras, deixando cair “uma grande quantidade de jóias de um valor inestimável, rubis, safiras, granadas, diamantes e esmeraldas”. Imediatamente, sua família “lhes devotou sinais de estima e de respeito”.


Marco Polo comandou uma tropa na guerra contra Génova, acabando por ser feito prisioneiro. Durante o cativeiro, ditou as suas aventuras de viagem a um prisioneiro, Rusticiano de Pisa (Rustichello da Pisa), que foram traduzidas em latim, em 1315, pelo frei Francisco Pipino. Em 1485, depois de traduzidas em várias línguas, foram impressas. A primeira tradução portuguesa impressa surgiu em 1502, sob o título de Livro de Marco Polo.

As suas crónicas e histórias povoaram imensamente o imaginários de vários povos e chamavam a atenção pela incrível riqueza de pormenores e emoção produzida em suas narrativas.

Ainda existem dúvidas quanto a se Marco Polo fez tudo o que alegou ou se simplesmente narrou histórias que ouviu de outros viajantes. Mas, quaisquer que tenham sido as fontes de A Descrição do Mundo, de Marco Polo, os eruditos reconhecem sua importância. "Nunca antes ou desde então..." ,diz um historiador, "...um homem forneceu tão imensa quantidade de novos conhecimentos geográficos ao Ocidente."

O livro de Marco Polo, Il Milione ou As Viagens, é um testemunho da fascinação do homem por viagens, novas paisagens e terras distantes.

Em 1323, Marco Polo estava acamado devido a doença. Em 8 de Janeiro de 1324, apesar dos esforços dos médicos para tratá-lo, Marco Polo acabou por falecer. A data exacta da sua  morte, foi entre o pôr -do -sol de 8 e  9 de janeiro de 1324.

Por: João Teixeira

domingo, 25 de abril de 2010

Vê aqui um ninho de cegonhas ao vivo

http://static.publico.clix.pt/cegonhasnaweb/

agora podes seguir o crecimento de umas cegonhas bébés, a partir das câmaras instaladas nos seus ninhos...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dia da Terrra


Carrega aqui para saberes mais.

terça-feira, 20 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

D. Inês de Castro

Inês de Castro


D.Inês de Castro  foi uma dama Castelhana, filha ilegítima de Pedro Fernandez de Castro com D. Aldonza Soares de Valadares, que se tornou conhecida pelo amor que lhe dedicou o rei D.Pedro de Portugala. Foi amante e declarada postumamente esposa legítima de Pedro I de Portugal. E sua desventurada vida e controverso casamento ainda faz correr muita tinta pelos historiadores se estudam a sua vida.
D. Inês chegou Portugal em 1340, integrada como aia no séquito de D. Constança Manuel, filha de João Manuel poderoso nobre descendente da Casa Real Castelhana, que iria casar com o príncipe Pedro, herdeiro do trono. O príncipe D. Pedro apaixona-se por Inês pouco tempo depois de esta chegar à corte, negligenciando a mulher legítima, Constança, e pondo em perigo as débeis relações com Castela.
Tentando colocar empecilhos entre D. Pedro e D. Inês, D. Constança convida-a para madrinha de baptismo do seu filho recém-nascido (o Infante D. Luis -1343), com a esperança de que este convite fizesse afastar os emamorados Pedro e Inês. D. Luís não chega ao primeiro ano de vida,  pouco afectando os sentimentos de Pedro e Inês.

O Rei D. Afonso IV, exila D. Inês de sua corte em 1344, temendo o escândalo. Não há porém indícios de que o relacionamento tenha sido consumado antes dessa partida.
Em Outubro de 1345, a rainha D. Constança  morre no decorrer do nascimento do Infante D. Fernando, deixando Pedro viúvo e livre para enfrentar o pai e trazer D. Inês de volta do exílio em Albuquerque. O casal foi morar longe da corte no norte de Portugal, onde nasceram os quatro filhos, os Infantes D. Afonso (morto ainda criança), D. João, D. Dinis e D. Beatriz, reconhecidos pelo pai.O rei  D. Pedro afastou-se da política, da corte e de suas prerrogativas de herdeiro.

Afonso IV tentou por diversas vezes organizar um terceiro casamento para o seu filho, com princesa de sangue real, mas Pedro recusa tomar outra mulher que não Inês. Entretanto, o único filho legítimo de Pedro, o futuro rei Fernando I de Portugal, mostrava-se uma criança frágil, enquanto que os bastardos de Inês prometiam chegar à idade adulta. A nobreza portuguesa começava a inquietar-se com a crescente influência castelhana sobre o futuro rei.

Depois de alguns anos no Norte, Pedro e Inês, retornam à Coimbra e se instalam no Paço de Santa Clara. A 7 de Janeiro de 1355, D. Afonso cede às pressões de seus conselheiros, e aproveitando s ausência de D. Pedro numa excursão de caça, assina a sentença de morte de D. Inês. Pero Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco dirigiram-se ao Mosteiro de Santa Clara em Coimbra, onde Inês se encontrava e a justiçaram, degolando-a. A morte de Inês não trouxe Pedro para mais próximo do pai, antes pelo contrário, o herdeiro revoltou-se contra Afonso IV, que responsabilizou pela morte. Mais uma vez pai e filho se encontram em campos opostos numa guerra civil. A Rainha D. Beatriz intervém e após meses de escaramuças, a paz é selada em Agosto de 1355.

Pedro tornou-se o oitavo rei de Portugal em 1357. Em Junho de 1360 faz a famosa declaração de Cantanhede, legitimando os filhos ao afirmar que havia casado secretamente com Inês, em 1354 "...em dia que não se lembrava...". A palavra do rei, e de seu capelão foram a única prova deste casamento, mas para tanto talvez devamos repensar a questão dentro do conceito de casamento na Idade Média. Pedro mandou construir dois esplêndidos túmulos no mosteiro de Alcobaça, um para si e outro para onde trasladou os restos de sua amada Inês.
D. Pedro juntou-se à amada em 1367, e os restos de ambos jazem juntos até hoje.